Governo Lula: A queda forte na criação de empregos formais no Brasil
Sinal amarelo virou vermelho
Redação Portal DPE
02 de jul de 2026

Em maio de 2026, o Novo Caged registrou apenas +72.960 vagas com carteira assinada. Isso representa uma queda de 52,3% em comparação com maio de 2025 (+153.108 vagas).
É o pior resultado para o mês de maio desde 2020 (pandemia).
Os números detalhados:
Admissões: 2,207 milhões
Desligamentos: 2,134 milhões
Saldo líquido: +72.960
Mesmo com saldo positivo, o ritmo de geração de vagas despencou. Empresas estão contratando menos e sendo mais cautelosas.
No acumulado de 2026 (janeiro a maio):
+767.326 vagas formais
O estoque total chegou a 47,8 milhões de vínculos, sendo o crescimento, mas bem mais fraco que no mesmo período de 2025. A desaceleração está clara.
Contexto preocupante:
Juros altos continuam pressionando
Incerteza fiscal e custo elevado de crédito
Gastos públicos em patamar recorde (R$ 2,6 trilhões em 12 meses, nível de pandemia)
Enquanto o Estado cresce, o setor produtivo freia.
No Brasil do marketing oficial, vive-se de propaganda de prosperidade.
Na economia real — de quem produz, emprega e trabalha —, os números desmentem o discurso. A criação de empregos é o termômetro mais sincero da saúde da economia.
