EUA: New Jersey confirma registro e voto de milhares de não-cidadãos
Quantos outros casos aínda não foram descobertos
Redação Portal DPE
28 de jul de 2026

Trump acerta mais uma vez, enquanto imprensa à esquerda tenta minimizar
Nova Jersey, 22 de julho de 2026 – A governadora esquerdista Mikie Sherrill admitiu publicamente que um erro de software no Motor Vehicle Commission (MVC) registrou 6.600 não-cidadãos como eleitores entre junho de 2023 e junho de 2024. Destes, pelo menos 400 votaram em eleições americanas. As pessoas responderam “não” à pergunta sobre cidadania ao solicitarem carteira de motorista ou identificação, mas o sistema as cadastrou automaticamente mesmo assim.
A revelação ocorreu dias após o presidente Donald Trump denunciar falhas nos cadastros eleitorais e o Departamento de Segurança Interna (DHS) apontar cerca de 278 mil possíveis não-cidadãos registrados em vários estados, com Nova Jersey entre os mais problemáticos. Sherrill atribuiu o erro a uma “falha de software” da administração anterior (do esquerdista Phil Murphy) e ordenou a remoção dos nomes e investigação independente. O Departamento de Justiça de Trump exigiu os registros completos em cinco dias úteis.

Trump estava certo
Trump há anos alerta para a vulnerabilidade dos cadastros eleitorais, o risco de votos ilegais de não-cidadãos e a necessidade de medidas como o SAVE Act — que exige prova de cidadania e documento de identidade para votar. Pesquisa mostra que mais de 80% dos americanos apoiam a proposta, mas democratas (a esquerda) no Congresso a bloqueiam sistematicamente.
A governadora Sherrill minimizou o caso, dizendo que “não há evidência de que eleições foram influenciadas”. No entanto, cada voto ilegal anula o de um cidadão americano. Com margens eleitorais cada vez menores, centenas de votos podem decidir uma eleição presidencial ou estadual.
Reação da imprensa expõe viés
Semana passada, grande parte da imprensa mainstream classificou as declarações de Trump como “velhas teorias da conspiração” sem examinar os documentos desclassificados. Após a confissão de Sherrill, veículos como AP e NBC adotaram tom defensivo: a AP lembrou que “voto de não-cidadão é raro”, enquanto a NBC afirmou que o caso “pode dar combustível às alegações de Trump”. Críticos apontam mais uma demonstração de parcialidade — transformar confirmação em “combustível” em vez de reconhecer o erro sistêmico.
O caso se soma a outros episódios anteriores:
Laptop de Hunter Biden tratado como “desinformação russa”.
Narrativa de “conluio com a Rússia” que não se sustentou após investigação de Mueller.
Alertas ignorados sobre fraudes em registros automáticos via DMV em estados democratas.
Consequências e próximas etapas
Republicanos em Nova Jersey e no plano federal exigem investigações mais profundas, suspensão temporária do registro automático de eleitores e processo contra quem votou ilegalmente. O caso reforça a pressão por reformas nacionais de integridade eleitoral.
Enquanto isso, o New York Post estampou na capa: “O Diabo de Jersey: NJ admite que pelo menos 6.600 não-cidadãos estavam registrados para votar — e 400 votaram!”.
A admissão de Nova Jersey confirma que o sistema tem falhas reais e que os alertas de Trump sobre segurança eleitoral mereciam ser levados a sério — e não descartados como conspiração. A pergunta que permanece é: quantos outros casos semelhantes ainda não foram descobertos?
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