Governo Lula - Inflação dos mais pobres quase quatro vezes da dos ricos em abril: No "País da Picanha"
Esse é o "País da Picanha" de Lula: propaganda farta para uns, inflação amarga para a maioria
Redação Portal DPE
29 de mai de 2026

Lula fez campanha prometendo o retorno da picanha, da cerveja gelada e da fartura no prato do brasileiro. Na prática, o que sobra para o pobre é acém caro, inflação galopante nos básicos e um governo que injeta dinheiro via gastos públicos, benefícios e subsídios — beneficiando primeiro bancos, grandes empresas e a elite política aliada, conforme o clássico efeito Cantillon. Os ricos e conectados capturam o dinheiro novo antes da alta de preços. O povo recebe depois, com o poder de compra corroído.

No acumulado do ano, as faixas mais baixas seguem sofrendo mais. No acumulado de 12 meses, há variações, mas o padrão se repete: a inflação regressiva castiga desproporcionalmente quem vive do salário mínimo, Bolsa Família ampliado e rendas informais.
Enquanto isso, o governo comemora "menor inflação acumulada em anos" e redução da miséria em números agregados, ignorando que a carestia real no supermercado e na conta de luz erode o ganho dos mais vulneráveis. Os ricos voam de avião com passagens em queda, enchem o carrinho de importados e sofrem pouco. Os pobres? Sentem no prato vazio e no orçamento apertado.
Esse é o "País da Picanha" de Lula: propaganda farta para uns, inflação amarga para a maioria. Os números do Ipea não mentem — e expõem o fosso crescente entre o discurso petista e a dura realidade vivida pela base eleitoral do governo.
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