"Recordar é viver", como dizia o professor Olavo de Carvalho
Hoje, 29 de abril, é seu aniversário. O filósofo que permanece em nossa memória, através de seus ensinos, completaria 79 anos.
Redação Portal DPE
29 de abr de 2026

Das muitas homenagens ao professor, trazemos recordações notáveis
Filósofo Olavo de Carvalho é homenageado em outdoor, junho de 2022

O outdoor estava localizado no Recife, na Avenida Agamenon Magalhães, próximo ao Hospital Memorial São José.
O filósofo Olavo de Carvalho, falecido em janeiro de 2022, deixou uma obra vasta e profunda, que se destaca pela erudição e pela capacidade de despertar consciências. Sua influência foi decisiva no renascimento do pensamento conservador no Brasil e no exterior, tornando-se referência em áreas como psicologia, educação, filosofia política e estudos culturais.
A frase destacada no outdoor - "As portas do Espírito só se abrem à perfeita sinceridade de propósitos" - resume bem o legado de Olavo: um convite permanente à autenticidade, ao rigor intelectual e à busca por uma consciência superior.
A influência do professor Olavo de Carvalho foi basilar na organização de dois movimentos no estado, o Direita Pernambuco e o Grupo de Estudos Olavo de Carvalho Pernambuco, ambos diretamente ligados às ideias de liberdade, preparação intelectual, estudos sequenciais e vida com propósito, além de início de Thinktanks (centros de pensamento) para operação nas áreas da cultura, política, entre outras.
Nas palavras aprendidas do professor: "Conservadorismo significa fidelidade, constância, firmeza. Não é coisa para homens de geleia.", o presidente do Direita Pernambuco, Mateus Henrique, tem organizado o movimento, sendo uma iniciativa colaboradora a partir desse o Grupo Raízes, que reúne periodicamente personalidades da cultura, política e educação para ampliar o conhecimento de seus participantes. Eline Santos, uma das pessoas que compõe o Grupo de Estudos Olavo de Carvalho Pernambuco, tem entre os lemas da organização, o "Idem velle, idem nole", de Tomás de Aquino, cuja tradução é aproximadamente "O mesmo querer, o mesmo rejeitar", que sintetiza o rumo que cada pessoa deve ter como amizade e união - mesmos valores, ideais e rejeições semelhantes.
Estabelecimento homenageia o filósofo Olavo de Carvalho, abril de 2022

Um Batman lendo Olavo de Carvalho como uma compreensão filosófica do combate ao mal
Um estabelecimento comercial surpreendeu ao homenagear o filósofo Olavo de Carvalho de forma criativa. Nas máquinas de uma casa de jogos, o herói Batman aparece lendo o best-seller "O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota", uma das obras mais conhecidas de Olavo.
Professor, ensaísta, filósofo e influenciador, Olavo de Carvalho foi autor de livros densos e impactantes, como O Jardim das Aflições, O Imbecil Coletivo, Os EUA e a Nova Ordem Mundial e O Futuro do Pensamento Brasileiro. Faleceu em janeiro de 2022, deixando um legado duradouro na retomada do pensamento conservador no Brasil e o reconhecimento de professores, autores, movimentos culturais e um vasto público de leitores e admiradores.
Sobre Olavo de Carvalho, uma ilustração, junho de 2022

Fala-se sobre sua obra, quem o conhece e quem não sabe: "Não se incomode. Morto serei ainda mais perigoso do que sou agora."
Esperto e Gugu-dadá sobem no ônibus e deparam-se com alguns passageiros por lá. Logo notam que todos embarcaram bem depois do ponto de saída. De 100 paradas, desde o início, os mais antecipados subiram na vigésima estação. Alguns deles sabem quem é o responsável pelo veículo, seu combustível, poltronas e de onde partiu (a resposta está no fim da história), porque leram as informações essenciais, assim que subiram e olharam para o teto.
Outros que ouviram desses primeiros começaram a dizer que foram eles os responsáveis pela viagem.
Sendo interpelados sobre a estrutura, velocidade e trajeto, já que se alegaram projetistas, deram respostas vagas e às vezes agressivas:
"- Quem você pensa que é me perguntando se fui eu?! Você não vê?! "- Não, não vejo, pois o máximo que você me mostra é a capa das poltronas e só repete o que está escrito", disse um Esperto, notando que o fanfarrão escorregava no palavrório. Gugu-dadá, que não sabia nem a procedência de um peido, embora tivesse um fiofó, achou aquela conversa enfadonha e propõe que só se gritasse para chamar a atenção dos que estão fora do coletivo.
Esperto resolveu ser meticuloso, foi até o final do carro e leu por trás da última poltrona – Construtor Olav……, mas não conseguiu ler o restante, porque alguém havia pintado com tinta preta o resto do nome, na intenção de esconder o engenheiro veicular, logo não permitindo buscar informações e quem sabe frequentar a empresa, fábrica do benfeitor.
Do meio do ônibus levantou-se um cara que entrou na parada 32, declarando que sabia tudo do construtor e que iniciaria uma canção ensinada por aquele, a fim de que os demais cantassem na mesma melodia. Gugu já começava o gargarejo, quando Esperto:
"- Ei, como é que você sabe que a música é do Olav…? Você esteve no terminal, falou com ele, leu a tabela na origem?". "Bem, veja bem", e sentou-se envergonhado de ter começado uma clara enrolação, o passageiro da parada 32.
Esperto arranjou uma esponja emprestada de uma senhora que transportava compras, que havia subido na parada 41, e sem muito esforço limpou a tinta (que não era de muita qualidade na fixação, mas disfarçava), descobrindo o nome da pessoa da qual muitos falavam, mas sem saber quem ou citar o nome completo: Olavo de Carvalho. – "- Oxe, esse homem é aquele cara do ponto de saída, que falam tanto mal dele, desde a turma toda dos chupa-chupa-alheios, quanto uma parte dos guardetes da esquina, que disseram ter acabado com os chupa-chupas, mas tá cheio deles em tudo quanto é canto". Gugu, em um momento de lucidez, faz uma pergunta além da sua capacidade: – Mas falam mal de quê? Qual foi o mal desse tal de Olávio?
– "Gugu, o homem que elaborou o veículo, construiu, abasteceu, botou para rodar e atende a todos que sobem nas paradas, mesmo aqueles que entram e não lhe reconhecem ou por ignorância, ou por ressentimento, ou pela incapacidade de admitir nunca terem ido ao ponto de partida, daí, para esses, simular conhecimento é vício – disse um que estivera na parada 20 e lera toda a história contida em um livro na cabine vazia do trocador, ou cobrador, depende da sua região. Quem subiu e olhou para o teto viu: O livro elementar está na poltrona do cobrador.
É o mínimo que você precisa saber para não ser um idiota.
Da página de Instagram do Direita Pernambuco São Lourenço da Mata
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